Abril 06, 2020

Como a minha personalidade me fez chegar até aqui. Confrontadora, desafiadora e autoconfiante, esta sou eu.

É PESSOAL

Já me chamaram de snob, "nariz empinado" e arrogante. Já disseram que tenho pêlo na venta, que sou dura, que tenho mau feitio e que devia aguentar mais e estar calada. Sinceramente, não quero saber.

Para o bem e para o mal, em grande parte foi a minha personalidade que me trouxe até aqui. Que me deu dissabores e coisas fantásticas.

Uma coisa é certa: ao longo da minha vida eu sempre fui eu. Tirando uns dias e determinada situação em que tive de fingir um pouco (e já vou contar), eu sempre fui eu. Desde pequena, que me lembro de ser assim.

Este, é sem dúvida, o artigo mais pessoal e íntimo que partilhei até hoje. E não sei se um dia haverá mais do que isto.

Este texto é uma partilha muito, muito pessoal que me deu vontade de vos apresentar depois de ter vivido uma semana de trabalho intensa e sui generis (também já vos vou contar). Aqui, vou partilhar algo que nunca partilhei, algumas coisas que até tinha pensado que nunca viria a partilhar. Mas sabem que mais? Agora, não vou pensar muito nisso. O que eu quero que retirem daqui é que não há mal nenhum em sermos como somos, muito pelo contrário. Há pessoas que não vão gostar e não faz mal. Há situações e ambientes que não serão para nós e não faz mal. Um dia, quando estivermos a viver 100% o que nós somos, é o dia em que tudo fará sentido.

Depois, falo-vos sobre o Eneagrama, como ele o pode ajudar agora e em qualquer fase da sua vida e carreira, como eu uso esta ferramenta e como ela comprova o que lhe digo, a minha personalidade e exemplos reais da minha vida, nunca antes partilhados.

 

Vou começar com o episódio que em muito contribuiu para hoje ser Empreendedora, fazer o que quero e gosto, como quero e gosto, com quem quero e à minha maneira. Felicidade é isto.

 

Como a minha frontalidade e valores quase me mataram mas afinal me fizeram renascer

Foi um dia diferente, uma sexta-feira que esperava e não esperava que acontecesse.

Eu estava a concluir um estudo de mercado para estabelecer uma estratégia de marketing. Eu era a Responsável de Marketing. Eu ia para o terreno, eu fazia focus group, eu interagia com todos os stakeholders, eu era a responsável (achava eu).

Um dia, a minha chefe mostrou-me algo, a sua estratégia "secreta", algo que ia contra tudo e todos, que nada tinha a ver com o que o trabalho, equipas e especialistas defendiam. Eu calei-me, estupefacta.

Mas um dia, numa reunião com uma empresa externa, eu cheguei ao meu limite. E nada a ver com a empresa externa, que era fantástica. Mas pela forma como as outras pessoas que assistiam quase "obrigavam" a que dissessem algo que não era verdade para levar a sua avante. Quando essa reunião terminou, eu disse à minha chefe: "Preciso falar contigo". Eu não aguentava mais, tinha chegado ao meu limite. Uma hora depois estava a ser chamada a um gabinete "importante", onde fui interrogada durante cerca de uma hora sobre estratégia de marketing e marcas para o futuro e onde disse o que não se queria ouvir naquela sala. Dias depois, a minha chefe queria dizer algo (não a mim). Eu soube disso e também senti de imediato o que seria: eu iria ser despedida. Eu, que tinha recebido um prémio, eu que tinha ido aos EUA envolver-me com as equipas, eu que era fantástica, eu que tinha feito maravilhas no marketing da empresa, eu que sempre tinha dado o melhor de mim àquela empresa, que lutava pelo seu sucesso (enquanto outros lutavam pelo seu ego e umbigo)...

E foi nessa sexta-feira que eu soube. Foi nessa sexta-feira que eu chorei como se não houvesse amanhã. Foi nessa sexta-feira que o meu mundo ruiu. Depois? Bem, se ela não sabe e estiver a ler este texto, saberá agora. Tive de fingir um mês que não sabia que iria ser despedida. Todos na empresa já o sabiam. Só ela não sabia que todos o sabiam (por aqui já podem perceber o quanto isto revela sobre ela mas nem vou por aí...). Em casa, não tive coragem para contar. Chorava sozinha na casa de banho. Chorei durante dias até não aguentar mais. Na empresa, a minha chefe tratava-me como uma idiota, pedindo-me tudo e mais alguma coisa e sempre com uma data limite de um mês. Eu e as outras pessoas até já "gozávamos" com isto nas reuniões. Porque fingi, podem perguntar vocês? Porque precisava negociar. Depois, deu-se finalmente o momento. O momento que era eu que mais queria porque já não aguentava. A minha chefe não queria ser a portadora da notícia mas não lhe restou alterativa. O que eu acho? Para além de outras coisa, que ela não só não tinha coragem como tinha medo de me enfrentar. Eu a fingir que não sabia, o discurso dos mais idiotas que já ouvi na minha vida, justificações que de justificações não tinham nada. Enfim, um momento que se não fosse trágico, seria uma comédia.

E saí. Finalmente saí. Sabem o resto, que eu ainda não contei? O resto é que eu passei um ano em negação naquele sítio, o resto é que eu sempre detestei trabalhar ali, fazer o que fazia, reportar a quem reportava. O resto é que eu não suportava as pessoas falsas que ali estavam. O resto é que eu não percebi porque todos tiveram pena de mim quando eu mudei de chefe. O resto é que eu passei um ano a tentar sair dali. O resto é que eu sempre quis sair dali, desde o primeiro dia em que lá entrei. E finalmente ia sair, mas não como tinha idealizado. Tinha e tenho uma filha para sustentar. A vida já não é aquela loucura. Há responsabilidade. Saí, fui tirar formações, parei para pensar na minha vida e decidi fazer o que faço hoje. Se há males que vêm por bem, este é um deles.

 

Escolhas, o preço a pagar e o que ganhamos em assumir o controlo da nossa vida

Defendo que não se deve falar mal de chefes, colegas, empresas. Não estou a falar mal. Estou a descrever uma situação como a vejo e como a senti. Muito mais fica por contar mas nem vale a pena ir por aí, acho que esta mensagem é suficiente agora. Esta é a minha verdade. Esta história faz parte de mim e daquilo que me dá ainda mais vontade: ser como sou.

Esta não foi a primeira vez em que a minha frontalidade me trouxe situações extremas. Mas recuso-me a assinar e fazer algo no qual não acredito. Nunca o fiz e não o irei fazer. Poderão dizer: nem sempre é assim, Vera, há coisas que temos que fazer. Sabem o que vos respondo? Desculpas. Sentido de verdade, justiça e paz interior não têm preço.

Eu fiz a minha escolha. Eu tinha noção do que me podia acontecer, embora na verdade, nunca o tivesse imaginado assim. Podia ter-me calado e aguentado? Podia. Se me arrependo de ter dito o que disse e feito o que fiz. NUNCA. Faria tudo igual. Sofri? Sofri. Vi a minha vida a andar mas trás. Mas isso fez-me repensar a minha vida toda. Fez-me ganhar tempo e consciência, tal como defendo nos processos de Personal Branding.

Uma coisa eu sabia, não queria nem iria passar novamente por uma situação daquelas nem iria lidar com aquele tipo de pessoas.

Então, decidi controlar a minha vida e começar o meu negócio. Nunca tinha pensado nisto mas agora faz todo sentido. Isto deu-me certezas do que não queria e permitiu-me ganhar clareza sobre o que queria.

Não irei mudar a minha forma de ser e estar. Não irei transformar-me em algo que não sou. E é isso que digo aos meus clientes, é isso que defendo. É isso que eu gosto nas pessoas. Confiança, coragem, afirmação, assertividade, força. Peço-lhes a eles, aquilo que eu defendo e acredito. Aquilo que eu sei que funciona. Que tragam ao de cima a sua personalidade.

Serei desbocada, inconsciente, indisciplinada? Acho que não.

Posso ser vista de uma forma errada? Muitas vezes.

Isso importa? Depende. Tal como digo aos meus clientes nos Programas de Personal Branding, não somos para todos. Importa, se forem o nosso público. Se não forem, não quero saber.

Eu faço e sigo as minhas regras. Faça-o também.

Se ao longo da vida, esta personalidade me trouxe altos e baixos, hoje aprendo a olhar para os baixos com outros olhos. Tinham de acontecer. Mas e o agora? Agora, sinto uma leveza gigante, atraio quem quero, as pessoas que se cruzam comigo entendem-me. Isto tudo levou-me a uma vida e carreira feliz.

 

Marca Pessoal, Personalidade e Eneagrama

 

Depois de saberem deste episódio (um de muitos da minha vida, um dia irei escrever um livro e não será o livro tradicional sobre Personal Branding), quero partilhar algo convosco que gostaria que testassem: o Eneagrama. Digo já à partida que não sou especialista neste tema. Frequentei um workshop, li sobre o assunto, gostei, fez sentido e aplico numa parte dos meus Programas de Personal Branding. Só para que saibam, funciona muito, muito bem.

O Eneagrama defende 9 tipos de personalidade. Cada um desses tipos tem um conjunto de traços, pontos fortes e pontos fracos. Existem muitas opções de testes de personalidade mas este é super simples, fidedigno e completo.

Partilho aqui o meu Tipo, como se aplica às minhas várias áreas da vida e como justifica a minha personalidade, sentimentos e comportamentos. Conto-vos também, exemplos reais, muito pessoais e nunca antes contados e sobre os quais acho que não voltarei a falar.

 

O meu Tipo no Eneagrama: 8
Confrontador, Desafiador, Poderoso, Dominante, Autoconfiante e Decisivo.

 

Sim, é verdade eu sou tudo isto. Muitas vezes não nos identificamos a 100% com o que é descrito e no meu caso identifico-me com MUITO.

Frases como: "Tenho de mostrar força, senão os outros vão ferir-me." "Tenho de mostrar ao Mundo que sou o mais forte." "Não posso deixar que percebam a minha sensibilidade." e "Dos fracos não reza a história." fazem parte de mim, sim.

O Tipo 8 tem a crença de que só as pessoas fortes, serão respeitadas e aceites. Tem a necessidade de estar sempre a demonstrar força. É muito sensível e fácil de magoar, escondendo esta fragilidade, para evitar ser atacado. A forma como comunica e se expressa pode chegar a ser intimidante. É tão directo que tem de o gerir bem. Diz tudo o que pensa (eheh, vejam história mais à frente). Mostra-se ao Mundo como um guerreiro. Assim, quem o atacará? Excesso de energia no que faz, raiva explosiva, sentimento de ser atacado a toda hora, tende a ver preto ou branco. Se não estão do seu lado, estão contra si. Quem não o apoiar, poderá querer prejudicá-lo. Não gosta de hesitações. Não gosta de fragilidades. Muitas vezes não reconhece o que sente para não parecer fraco.

Gosta do confronto. Tem de ser o mais forte, não pode baixar as defesas. Deve apoiar a força que tem e é um dom no enorme coração que também tem. Deverá compreender o quanto consegue magoar os outros. É generoso mas tem uma armadura. Não suporta injustiça, mesmo que guarde esta reação para si, no seu canto, fechado. Tem um grupo restrito e se alguém o ataca, que se prepare. Se alguém o ridicularizar, cuidado.

Pois é. Isto assenta-me que nem uma luva. E sabem uma coisa? Gosto. Eu sou assim mesmo. Com tudo o que tem de bom e forte e com tudo o que tem de menos bom e fraco. Tenho perfeita noção dos meus pontos fortes e do que devo trabalhar.

 

Porque deve dar atenção ao Eneagrama?

Podem dizer muitas coisas sobre si, você pode entender, aceitar, discordar, lutar... Mas aqui, vai ganhar muita clareza e justificação. Aqui, você ganha real consciência sobre si, porque é como é e porque faz o que faz, como faz. Aqui, você vai ganhar preparação para o que decidir a seguir para a sua vida e carreira. Ajuda-o a perceber o que tem de bom e o que tem de menos bom.

 

Tipo 8 no meu negócio

Você lembram-se de no início do artigo eu ter dito que ia contar sobre a minha semana passada e como foi incrível? Bem, aqui vai. Fiz várias consultorias a novas pessoas. E na sua maioria, começaram com um mega sorriso e todas contentes mas... acabaram com cara de quem me queria matar e aquelas mortes mesmo feias (estão a imaginar?). Fiquei a pensar, não era algo inédito, aliás, até já tinha acontecido muitas vezes, mesmo muitas vezes. Perguntei a uma ex-cliente minha se achava normal e a resposta dela foi: acho, eu também o senti. Na altura, até me deu alguma vontade de rir mas depois pensei mais seriamente no assunto e porque isso acontecia. Pedi algumas opiniões a ex-clientes e as respostas foram unânimes: Vera, tu dizes o que tens a dizer, tocas nas feridas, na vulnerabilidade e isso custa. Custa mas tem de ser, custa mas é bom, custa mas é o que faz resultar tudo o resto. Custa mas tens e deves fazê-lo. Há pessoas que estão preparadas para ouvir e outras nem tanto. Diziam-me. Quem me conhece sabe bem que não sou snob nem com a mania, aliás, puderam ver na descrição do meu Tipo acima. Sou muito frontal, sou. Sou muita assertiva, sou. Sou muito directa, sou. Sou muito assertiva, sou. Sou muito pragmática, sou. Não guardo para mim nem quero guardar. Digo o que o penso, acho e o que será melhor para os meus clientes. E sabem uma coisa? Raramente me engano. Raramente eles não me entendem. Raramente eles me contrariam. Mas se acontecer, aceitarei e respeitarei. Não sou dona da verdade. Mas acho mesmo que tenho um dom. E um dom que é fantástico para o que faço agora. Um dom que me permite ler, entender as pessoas e visualizar o seu potencial e missão no mundo. Por isso, acho que estou mesmo no sítio certo, à hora certa, a fazer o certo, da maneira certa com as pessoas certas. Quem não gostar, entender ou quiser pode e deve ir à "loja" ao lado. Comigo, não há nem vão haver floreados, lalalis e conversa para agradar e fazer para ficar bem na fotografia. E não lamento. O facto é que adoro todos os meus clientes e ex e acho que eles também gostam de mim. Sou como sou porque quero o meu sucesso mas sobretudo o deles. O sucesso deles será o meu sucesso. Sou exigente com eles, como sou comigo. E acho que assim, iremos longe. Eu já tinha dito e volto a dizer. Todos os dias, eu digo a mim mesma: eu sou boa. Não, não é arrogância. É autoconfiança, é motivação, é força!

 

Tipo 8 ao longo da minha vida profissional

Já sabem como "acabou", ou seja, antes de me lançar a solo. Na verdade, foram sempre aquelas altos e baixos, ora amava, ora odiava e quando não aguentava tinha mesmo de sair. Guardo todas as experiências na minha memória mas o que guardo no meu coração, são as pessoas fantásticas com as quais me cruzei durante anos. Sempre que não me sentia realizada, procurava mudar. Orgulho-me de ter passado por várias empresas, diferentes ambientes e desafios. Eu preciso do desafio. Sempre dei o melhor. Sempre fui fiel à minha personalidade. Hoje, acho que há ambientes que não são mesmo para mim. Ainda testei isto mas comprovou-se.

 

Tipo 8 no amor, amigos e família

Bem, não sou diferente nestas áreas ou não fosse eu uma grande defensora da Marca Pessoal e defensora da não existência da Marca Profissional. Sou a mesma pessoa. Compro guerras cá em casa com frequência (eheh), oiço muito que tenho mau feitio mas a verdade é que sou a pessoa mais fiel e mais protetora daqueles que amo.

Tenho poucos mas bons amigos e muitos "inimigos". Até me dá alguma "pica", vivo lindamente com isso.

Também já comprei guerras com a família..., por não me identificar...

Comecei a "esconder" ou guardar para mim os meus sentimentos mais profundos e fragilidades com a morte do meu pai, quando tinha 12 anos. Aqui está algo sobre o qual não falo, não gosto e não o voltarei a fazer. Mas faço-o agora e aqui porque acho mesmo que este acontecimento me "formou" para o resto da minha vida. Pode ser uma desculpa ou uma justificação, não sei. Mas sei que me tornou mais fria, mais dura, mais triste (era a pessoa que mais amava no mundo) mas também com mais vontade de aproveitar a vida que me resta. Hoje, sou muito independente.

Há duas semanas, recebi a notícia de que um familiar meu tinha descoberto que tinha cancro numa fase avançada. Apesar de não demonstrar muito, sou muito sensível. Chorei um dia inteiro, só de pensar que no final desse dia teria de telefonar a essa pessoa. Chorei enquanto tentava trabalhar (porque tinha muito trabalho e porque me poderia distrair). Fiz um esforço ao máximo ao telefone para não me emocionar mas assim que desliguei a chamada, desatei a chorar.

Choro a escrever esta parte deste artigo. Esta partilha é demasiado para mim, não é nada fácil. Tal como também sentem os meus clientes, quando lhes peço para identificarem as suas vulnerabilidades. Defendo que há limites e cada pessoa decide os seus. Não gosto de expor publicamente alguns temas na minha vida. Este artigo foi uma excepção, pelo tema e mensagem que queria trazer-vos agora. Seremos sempre sujeitos às interpretações mas podemos e devemos ser nós a controlar a nossa narrativa, isto é Personal Branding.



Guardo muito para mim, correndo muitas vezes o risco e interpretações de que sou insensível, um rochedo. Mas não sou. Sofro como toda a gente, vou abaixo mas sei que tenho de me reerguer e consigo-o fazer rapidamente. Considero-me uma pessoa muito forte. É esta força que me guia, na vida e na carreira. Como na música, tenho a força de 1.000 homens para o que há-de vir e acho que tenho.

 

Moral da história

Muitas vezes julgamos e não sabemos realmente quem é e o que sente a pessoa que está à nossa frente, na vida e no trabalho. Também não temos obrigação de o saber. Mas temos a obrigação de sermos empáticos, tolerantes e receptivos. Se somos como somos é por alguma razão. Vamos aceitar, viver com isso, retirar o seu melhor e trabalhar o que tiver se ser trabalhado.

O meu desafio para si, é este mesmo. E mais um: fazer o Teste do Eneagrama, descobrir o seu Tipo e as suas características, refletir sobre elas, analisar de forma crítica a sua vida e situação atual, identificar os seus pontos fortes, trabalhar o que deve ser trabalhado e atuar sobre todo este conhecimento que vai ganhar. Não basta ler e saber. Aproveite e ganhe aqui uma visão fantástica. Este é um dos passos mais importantes no Personal Branding.

Esta ferramenta tem sido muito útil e reveladora com os meus clientes. Já quase consigo adivinhar o que virá no futuro só de saber o seu Tipo de Personalidade. É mesmo incrível.

Espero que tenha gostado. Que seja útil e que que o tenha inspirado a ser você mesmo.

 

Isto é autenticidade.
Isto é humanização.
Isto é a história que eu decidi contar.
Isto é Marca Pessoal.
Esta sou eu, como nunca me tinha revelado.

 

Por curiosidade, aqui estão os 9 Tipos do Eneagrama. Tem vários testes disponíveis online, workshops sobre o tema e livros muito interessantes. Recomendo também a especialista Ana Paula Pranto.

Tipo 1 - O Perfecionista

Tipo 2 - O Prestativo

Tipo 3 - O Desempenhador

Tipo 4 - O Romântico

Tipo 5 - O Observador

Tipo 6 - O Questionador

Tipo 7 - O Entusiasta

Tipo 8 - O Confrontador

Tipo 9 - O Pacifista